domingo, 28 de outubro de 2007



Todos os Rapazes são Gatos

Autor: Álvaro Magalhães
Ilustrações: Alain Corbel
Literatura infanto-juvenil
Edições Asa

Título inédito do autor, Todos os Rapazes São Gatos constitui o décimo segundo volume da Biblioteca Álvaro Magalhães, que reúne toda a sua obra no domínio da literatura infanto-juvenil.


As ilustrações são de Alain Corbel, um artista francês radicado em Portugal que se tem vindo a afirmar no panorama nacional da ilustração de livros infantis, tendo sido galardoado com o Prémio Nacional de Ilustração 2002.

Neste título, o autor narra uma história de amor que decorre entre dois mundos, que se pensa estarem separados: o humano e o animal. Mas os rapazes e raparigas deste conto provarão o contrário, ao trocarem energias e identidades com gatos e gatas, revelando assim o que há de animal no humano e de humano no animal.

Todos os Rapazes São Gatos porque também eles estão próximos do modo natural de vida. Todos eles têm um outro corpo, cheio de força, agilidade e atrevimento, que está dentro deles, escondido, mas atento. E todos eles vivem à espera do instante em que, por fim, poderão mostrar esse corpo e revelar ao mundo o seu verdadeiro ser.

1 comentário:

Luís Graça disse...

E os homens também são gatos. Só dois exemplos famosos: o saxofonetatista argentinário Gato Barbieri Cardoso e o guardião do Pink Desgrace SLB Clube: José Henriques, o grande Zé Gato, ídolo da minha infância, a par de Vítor Damas.

Numa futebolada entre jornalistas e um misto de craques quarentões(lá para 92 ou 93), quase ia marcando um golo ao Zé Henriques. Ele saiu, o defesa estava a cobrir a bola, eu venho tipo víbora e mando um biqueiro na bola por baixo das pernas do defesa. O Zé Henriques estava a baixar-se e a bola foi à malha lateral. Mais 20 centímeros à direita e era um belo golo.
Na segunda parte o Humberto Coelho foi para a baliza e ainda lhe tentei fazer um "chapéu". A bola entrava, mas não enganei o Humberto.
Levei um grande banho de bola do Shéu, que me deitou várias vezes.
A malta corria, eles jogavam à bola.
Levámos uns 7-2 ou 7-3, em futebol de 7, nos campos do Jamor. E eu um bocado à rasca, porque não tenho chuteiras e os ténis deslizam à brava na relva.
Foi por isso que perdemos.

É óbvio que num blogue sobre futebol eu me ponho a falar do vinho "Gatão".