Mostrar mensagens com a etiqueta Gatos Famosos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gatos Famosos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O gato amarelo de nome espanhol
(personagem do livro O Sorriso Enigmático do Javali de António Manuel Venda)

domingo, 14 de março de 2010

Ann Pennington e Felix the Cat






Imagens da edição de Janeiro de 1927 da revista Photoplay, onde Ann Pennington (actriz, dançarina e cantora) ensina Felix the Cat a dançar o "Black Bottom" uma evolução do Charleston.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sweetie

O gato da Mamã Dalton

Lucky Luke - Mamã Dalton
© Morris

sexta-feira, 13 de março de 2009

domingo, 1 de março de 2009

Ling-Ling

Ling-Ling, o gato siamês da série televisiva "Bewitched", ao colo da actriz Elizabeth Montgomery (que desempenhava o papel de Samantha).

© Bettmann/CORBIS,1965

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Top Cat

Top Cat foi criado pela talentosa dupla de cartunistas William Hanna e Joseph Barbera.
Juntos, trabalharam como Hanna-Barbera Cartoons, Inc. e Hanna-Barbera Enterprises, Inc. arrecadando vários prémios. Quando Hanna e Barbera formaram a empresa, em 1944, eram directores de animação da MGM.
Top Cat é um gato amarelo, líder de um bando de gatos vadios e o seu “braço direito” é Benny the Ball.
Choo Choo é um gato alto cor-de-rosa que é, por vezes, o segundo na cadeia de comando.
Fancy-Fancy é um gato bem-falante que gosta muito de conversar com as “gatinhas”. Esta personagem (e a sua voz) é inspirada em Gary Grant.
Spook é parecido com Fancy-Fancy, também um grande conversador e uma personagem um pouco "beatnik".
O agente Dribble é um pobre polícia que tem que lidar com Top Cat e o seu gang.
A série animada Top Cat foi para o ar pela primeira vez, no Reino Unido, no canal ABC, num total de 30 episódios (de 27 de Setembro de 1961 até 18 de Abril de 1962).

Top Cat: 1 - Hawaii here we come
(Parte 1):




(Parte 2):



(Parte 3):



(ver mais vídeos, aqui)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Ren & Stimpy



“Ren & Stimpy” são duas personagens de uma das animações mais nonsense já existentes. Uma animação recomendada para adultos, com uma dose de flatulência e ranho fora do comum.
Estas duas personagens criadas pelo canadiano John Kricfalusi na década de 1980 são Ren Hoek, um chiuaua paranóico que adora tentar assassinar Stimpson J. Cat, (Stimpy), um gato palerma, às vezes inteligente, mas no geral educado.
A Nickelodeon, que não conseguia exibir os episódios na íntegra (devido ao teor dos conteúdos), resolveu demitir Kricfalusi (o criador), e censurar grande parte da animação para poder ser exibida na sua programação. A série satirizava vários aspectos da cultura norte-americana da maneira mais ofensiva possível e causou desconforto em muitos telespectadores e executivos do estúdio. Entretanto, os episódios nunca mais voltaram a ser exibidos.
Durante a década de 1990 a MTV americana começou a passar a série, assim como a VH1 em 2001. Em Julho de 2005, o canal Nicktoons Network, uma extensão do Nickelodeon, começou a exibir episódios de Ren & Stimpy. A série foi então dobrada em vários idiomas para ser exibida noutros países. Em 2003 foi lançada uma versão mais direccionada ao público adulto, chamada “The Ren and Stimpy Adult Party Cartoon”, apresentando episódios feitos sob a tutela do criador John Kricfalusi, exibidos no canal Spike TV. Em 2004, Ren & Stimpy recebeu a posição número 18 da lista da emissora Channel 4 dos 100 Melhores Desenhos. Actualmente, estes desenhos animados são transmitidos pelo canal pago Vh1.
Pode jogar-se aqui um jogo em flash onde é necessário manter as flatulências de Stimpy debaixo do cobertor.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Sylvester

Photobucket
Sylvester J. Pussycat é uma personagem da Looney Tunes que ficou famosa com a série de desenhos animados Sylvester and Tweet (Silvestre e Piu Piu) e que ganhou três Óscares da Academia.
O seu nome deve-se a uma brincadeira com a palavra “silvestris” (de Felis Silvestris Catus, o nome científico para gato doméstico).
Sylvester é um gato com normalíssimas necessidades alimentícias e apenas deseja cumprir a cadeia alimentar, pelo que persegue o passarinho Tweety e o ratinho mexicano Speedy Gonzalez. Porém, ele não tem grande necessidade de os comer, uma vez que a sua dona, a avó, o trata muito bem e o deixa sempre bem alimentado. Ou seja, a questão é sobretudo orgulho felino em nunca desistir. Mas Sylvester nunca consegue levar avante a sua pretensão e acaba sempre por perder a “batalha” no final dos filmes.
Sylvester, criado por Friz Freleng apareceu em mais de 90 filmes de animação da Looney Tunes e da Merrie Melodies, feitos entre 1945 e 1966. Estreou-se em “Life With Feathers” (1945). Apareceu com Tweety, pela primeira vez, em 1947 e com Porky Pig, em 1948.
Friz Freleng desenhou Sylvester de modo a que ele se parecesse com um palhaço, daí o nariz vermelho.
O filho de Sylvester é Sylvester Jr. e o pai tenta ensinar-lhe a arte de caçar canários e ratos. Mas sai-se sempre mal, o que só contribui para aumentar as já muitas frustrações deste pobre gato.
Sylvester tem também um problema de dicção, que o faz falar cuspindo. O actor Mel Blanc, que fazia a sua voz (e a de muitos outros personagens da Looney Tunes) tornou-o inconfundível com a frase "Sufferin succotash!"... Outras frases típicas de Sylvester eram "Ahhhhhh Shut Up!", ou "I'm a cat… I think....Meow!....Yep! I'm a cat!!!".
Mel Blanc dizia que a voz de Sylvester era baseada na de Daffy Duck, mas desacelerada. Diz-se que as falas de Sylvester e de Duffy Duck foram inspiradas no produtor Leon Schlesinger, facto que Mel Blanc nunca confirmou.
A Western Publications produziu livros de Banda Desenhada com Tweety e Sylvester intitulados “Tweety and Sylvester” nas séries Dell Comics Four Color, Dell Comics e Gold Key Comics (1963-72).
Mais informações, no site da Warner Bros.



Oscar para melhor curta animada 1958

domingo, 30 de março de 2008

Jim o gato da Estação Paddington

A estação Paddington, em Londres, teve em tempos um famoso gato, Jim, bem conhecido entre os passageiros e o pessoal de serviço. A sua casa era o restaurante da estação, mas ele passeava em torno da estação durante todo o dia. E tinha um capricho - ele preferia uma boa tampa de cerveja a uma taça de leite. Existiam também nesta estação outros gatos. Joe, que vivia na lavandaria do hotel, Smokey, um persa azul que vivia no refrescante albergue de raparigas, e Tibby, nos estábulos, que bebia apenas água. Nesta imagem, eis Jim, no escritório. A foto é de 1937.

sábado, 22 de março de 2008

Convoy

Convoy na sua rede (Gibraltar, 26 Novembro 1941)

Recebeu o nome de Convoy por ter acompanhado a tripulação do HMS Hermione numa série de missões de escolta durante a II Guerra Mundial.

Esta mascote marítima foi listada no diário de bordo e recebeu até um kit de tripulante, ao qual não faltou sequer uma bela rede onde dormia.

Convoy ficou no navio até ao seu afundamento por um torpedo em 16 de Junho de 1942.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Mademoiselle Fifi

A gata de John Moisant

Acompanhou o dono e o seu mecânico na primeira travessia aérea (com passageiro) do Canal da Mancha, realizada em 1910.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Simon, o herói de guerra

Encontrado no final dos anos 40 nas docas de Hong Kong, Simon acabaria por se tornar num herói de guerra. Com apenas um ano, o gato vadio foi levado para bordo da fragata britânica HMS Amethyst, integrando-se na tripulação graças aos seus dotes de caçador de ratos.

Mas a história deste felino começa realmente durante o incidente de Yangtze, quando a fragata é atacada pelas forças da China comunista. O comandante é morto e Simon fica gravemente ferido. Contra todas as expectativas, o gato sobrevive, mas tem de suportar a pouca simpatia do novo comandante. Por outro lado, a vida do bicho a bordo é compensada pelo carinho dos jovens marinheiros, que o vêem como uma espécie de talismã.

Assim que o HMS Amethyst escapa, Simon conhece a fama, sendo granjeado com várias condecorações de guerra e milhares de cartas de admiradores, a quem um dos oficiais se prontificava a responder. Entre as medalhas, encontra-se a Dickin Medal, atribuída a 62 animais, entre os quais cães, cavalos e pombos. Até à data, Simon é o único gato da lista. Só que a sorte do felino durou pouco. Quando o navio regressa a Inglaterra, a mascote contrai um vírus e, apesar de todos os cuidados médicos que recebe, acaba por não resistir, morrendo a 28 de Novembro de 1949.

Centenas de pessoas, tripulação do Amethyst incluída, despedem-se do gato na cerimónia fúnebre levada a cabo no cemitério para animais de Ilford, onde ainda hoje Simon está sepultado. Na lápide pode ler-se: “Em memória de Simon, que serviu no HMS Amethyst entre Maio de 1948 e Setembro de 1949. Condecorado com a Dickin Medal em Agosto de 1949. Falecido em 28 de Novembro de 1949. O seu comportamento durante Yangtze foi de grande louvor”.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Gato da montanha reforma-se

Era mais um gato vadio de Vermont, mas um belo dia foi levado para o Observatório de Mount Washington. Recebeu então o nome de Anaïs Nin, em homenagem à escritora. Quando perceberam que afinal era um macho, ficou a ser conhecido apenas por Nin.

Hoje, aos 18 anos, e já sem dentes devido a uma infecção, chega a altura da mascote do ponto mais alto dos Estados Unidos se reformar. “Queremos ter o gesto mais humano possível para com ele”, declarou Scot Henley, director executivo do observatório meteorológico à CNN. A saber, Nin trocará a montanha gelada pela casa de Diane Holmes e Mike Pelchat, guardas florestais do parque de Mount Washington.

Para trás fica uma vida de aventura, durante a qual enfrentou temperaturas de fazer regelar qualquer humano e ventos a condizer, mas também recheada de mimos de visitantes e cientistas.

O observatório anda já em busca de um sucessor para Nin, tendo este de, tal como a mascote reformada, ser amigável, não ter medo do mau tempo e saber escapar às tempestades. Se tudo correr bem, e segundo Scot Henley, o novo gato de Mount Washington deve estar escolhido no final de Janeiro. Fique a conhecer melhor Nin, graças a mais imagens no site oficial do observatório.

domingo, 18 de novembro de 2007

Morris: O gato das nove vidas

Muitas marcas escolhem os gatos como mascote. E a 9Lives é uma das mais famosas. Para quem não sabe, falamos de uma gama de comida para bichanos norte-americana, que tem como imagem Morris the Cat.

O animal surge nos anúncios televisivos e noutras formas de publicidade, bem como nas embalagens, desde finais da década de sessenta do séc. XX. A fama de Morris chegou mesmo ao cinema, tendo a mascote entrado em Shamus, filme de 1973 com Burt Reynolds e Dyan Cannon. E o trabalho do bicho não fica por aqui. Para além de estrela televisiva e cinematográfica e modelo, Morris “assinou” ainda três livros sobre cuidados a ter com animais e é o porta-voz de diversas campanhas relacionadas com a adopção e saúde animal. Isto sem esquecer duas pseudo-candidaturas à presidência dos Estados Unidos, em 1988 e 1992.

Desde o seu aparecimento que Morris tem sido encarnado por gatos oriundos de gatis ou recolhidos da rua. O primeiro dos três até à data, descoberto numa associação de Chicago em 1968, foi salvo apenas vinte minutos antes do abate por um treinador de animais profissional. O actual, esse vive em Los Angeles, mas não constituiu a primeira escolha. Na verdade, Sir Gregory, o gato inicialmente seleccionado acabou por ser rejeitado devido ao seu porte demasiado grande e ao facto de ter garras traseiras a mais, sendo este último detalhe um factor que dificultaria a sua substituição na altura da reforma. A agência de publicidade mudou de ideias e quis contratar Gregory, mas ao saber que teria de abdicar para sempre do gato, a dona rejeitou a proposta.

Ao longo dos anos, Morris teve direito a uma enorme cobertura mediática, o que inclui, por exemplo, uma biografia em livro datada de 1974 e o título de “Burt Reynolds felino” atribuído pela revista Time em 1983.

Um dos mais recentes feitos de Morris foi a adopção de L’il Mo, um gatinho de uma associação de Los Angeles. O gesto marcou o arranque, em 2006, da Morris’ Million Cat Rescue, campanha que pretende arranjar dono para um milhão de gatos em perigo nos Estados Unidos. E sucesso não falta à iniciativa, que conseguiu salvar até ao momento cerca de seiscentos mil animais.



domingo, 21 de outubro de 2007

Mrs. Chippy, o gato da Antártida



Entre homens de rara coragem e cães para puxar trenós, a tripulação da viagem de Ernest Shackleton à Antártida, em 1914, incluiu um gato de nome Mrs. Chippy.

Pertença de Harry McNish, o carpinteiro do Endurance, o felino - apesar do nome - era na verdade um macho e tido como animal de grande personalidade. Segundo relatos da viagem, Mrs Chippy era um verdadeiro marinheiro, surpreendendo os tripulantes ao andar na borda do navio, mesmo em mares tempestuosos.

Quando o Endurance foi destruído e a tripulação encurralada no gelo do pólo sul, Shackleton não pôde suportar a sobrevivência dos animais, tendo de abater tanto os cães como o gato. McNish, fundamental à construção dos barcos que acabariam por salvar a tripulação depois de nove meses de pesadelo, nunca perdoou o comandante irlandês e insubordinou-se, o que fez com que não ganhasse a Medalha Polar, quando regressaram sãos e salvos.

Em 2004, uma estátua de bronze representando Mrs. Chippy foi colocada pela Antarctic Society da Nova Zelândia na sepultura do carpinteiro, em reconhecimento ao seu papel na expedição. O pintor britânico Wolf Howard também celebrizou o gato e o regresso de Shackleton através de Mrs. Chippy, a pintura reproduzida em baixo.



quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Fred o gato detective

Fred, um gato doméstico que ganhou notoriedade pelo seu trabalho como “agente secreto” do Departamento de Polícia de Nova York, nasceu em Maio de 2005.
Passando por paciente para ajudar uma equipa policial a prender Steven Vassall, um homem suspeito de agir como veterinário sem a devida licença nem formação, Fred, com a ajuda dos outros agentes (humanos), conseguiram assim “apanhar” o falso veterinário, que se declarou culpado das acusações de fraude e de praticar medicina veterinária, sem licença, tendo sido condenado.
Fred foi homenageado mais tarde, em Julho de 2006, com o “Mayor's Alliance Award”, um prémio que que é dado aos animais notáveis.

Na sequência da operação Fred começou a receber formação num programa especial, para ensinar crianças tratar e cuidar de animais.
Infelizmente, Fred faleceu em de Agosto de 2006, quando escapou de sua casa, em Queens, Nova York e foi atropelado por um carro.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Orangey

Rhubarb, uma comédia sobre um gato que herda uma fortuna, marcou a estreia cinematográfica de Orangey em 1951. Mascote do famoso treinador de animais Frank Inn (com quem as suas cinzas foram enterradas), este gato tigrado laranja teve o privilégio de contracenar, dez anos mais tarde com Audrey Hepburn, em Boneca de Luxo, no papel de Cat. E foi graças aos dois filmes que ganhou o Patsy Award, uma espécie de Oscar para animais.

Nos seus catorze anos de carreira contam-se outras cinco películas e ainda Our Miss Brooks, série televisiva que esteve em exibição entre 1952 e 1958. A fama de Orangey é tanta, que até teve direito a uma teoria da conspiração, que levanta a hipótese de o gato ter sido afinal vários.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Nicky the Jazz Cat

Nicky poderia ser apenas mais um gato preto. Mas a convivência com estrelas do espectáculo fizeram dele um gato muito especial.

A dona, a fotógrafa Carol Friedman, imortalizou-o ao lado de algumas das maiores celebridades musicais, transformando-o mesmo no embaixador do jazz junto dos mais novos. Isto graças a Nicky the Jazz Cat, um livro infantil que, com uma divertida história e fotos do gato junto de executantes do género, explica o jazz às crianças.

A obra, datada de 2003, é acompanhada de um CD com alguns clássicos infantis interpretados por, entre outros, Neil Armstrong, Ella Fitzgerald, Peggy Lee e Count Basie. Transformado em colecção, Nicky the Jazz Cat teve já direito a outros discos/livros, nomeadamente um de canções de embalar e outro natalício.

Verdadeiro fenómeno junto dos mais pequenos, o gato da fotógrafa nova-iorquina, mais precisamente a sua missão jazzística, encontram-se na net num site bem divertido dedicado às crianças e não só. Uma excelente forma de descobrir ou redescobrir o jazz e os gatos, a ter em conta aqui .

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Os Aristogatos




A excêntrica milionária Adelaide Bonfamille deixa a fortuna à sua gata Duquesa e às três crias desta. Mas o ganancioso mordomo Edgar está de olho na herança e abandona os quatro gatos no campo, bem longe do conforto de Paris. É aí que eles conhecem Thomas O’Malley, um gato vadio que lhes vai mostrar o mundo e o caminho de volta a casa. Eis a trama de Os Aristogatos (The Aristocats), a última obra de animação a ser aprovada pelo próprio Walt Disney e primeira a ser realizada depois da sua morte.

Lançado em 1970, o filme de Wolfgang Reitherman é uma sátira ao mundo aristocrático do início do século XX e baseia-se numa outra animação, esta da UPA, de nome Gay Purr-ee. Uma sequela esteve para sair em 2007, directamente em formato vídeo, mas a compra da Pixar fez com que fosse cancelada.

Entre as curiosidades de Os Aristogatos encontra-se o facto de Scat Cat, uma das personagens, ter sido pensado para e a partir de Louis Armstrong. O trompetista esteve mesmo para lhe dar voz, mas acabou por desistir à última da hora. Restou um gato a fazer lembrar o músico, ao qual não faltava peso, o espaço entre os dentes e o modo de tocar.

Na banda sonora participaram, porém, outras estrelas como Maurice Chevalier com o tema principal e Phil Harris, que foi também a voz de Thomas O’Malley.

domingo, 12 de agosto de 2007

O gato que controlava o tempo






Recebeu o nome de Blinx e é uma das personagens felinas pertencentes ao universo dos jogos de vídeo.

Criado pelo famoso estúdio japonês Artoon, este gato foi o herói de Blinx: The Time Sweeper, software lançado em Outubro de 2002 para a Xbox, a primeira consola da Microsoft.

Com um visual antropomórfico, o bichano apresenta-se como um agente da Time Factory (algo como Fábrica do Tempo) que, munido de uma espécie de aspirador, viaja por várias dimensões de forma a colmatar algumas falhas verificadas no decorrer do tempo.

A originalidade da personagem bem como da mecânica do jogo levaram a crer que a Microsoft adoptasse o gato como mascote da consola, só que as vendas decepcionantes acabaram por alterar o curso dos acontecimentos. Uma sequela – Blinx 2: Masters of Time and Space – foi lançada em 2004, mas os resultados estiveram também longe de ser animadores.