Mostrar mensagens com a etiqueta Gatos Famosos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gatos Famosos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Gato espacial

Depois de soviéticos e americanos terem enviado ao espaço cães e macacos, os franceses tentaram a sorte com um gato. A experiência decorreu a 18 de Outubro de 1963, na base de Colomb Bacar em pleno deserto argelino. O felino de nome Felix foi lançado numa sonda suborbital e viajou até uma altitude de cerca de 160 quilómetros.

O animal, escolhido entre catorze candidatos submetidos a semanas de treino intensivo, conseguiu regressar a solo firme são e salvo, graças a um sistema de pára-quedas. Dados sobre os resultados da experiência escasseiam, mas os responsáveis garantem que os eléctrodos implantados no cérebro do gato transmitiram informações de grande valor para as pesquisas da época.
Felix, que se diz ter sido recolhido num gatil, tornou-se assim no primeiro astrogato e foi mesmo a estrela de selos postais em algumas ex-colónias francesas. Menos sorte coube ao seu sucessor que, lançado seis dias depois, nunca chegou a regressar.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Hello Kitty







Criada em 1974 pela empresa japonesa Sanrio, Hello Kitty tornou-se num dos gatos mais famosos da animação e, sobretudo, num fenómeno muito lucrativo de merchandise, que abrange desde jogos de vídeo a máquinas fotográficas, passando por artigos escolares e os tradicionais peluches.

A loucura em torno da gatinha branca só começou, porém, em meados dos anos 80.

Para trás ficam as suas raízes algo atribuladas. Originalmente, a mascote esteve para se chamar Kitty White, em homenagem a um dos gatos de Alice do Outro Lado do Espelho, de Lewis Carroll, mas o nome nunca chegou a ser adoptado. Diz-se que Hello Kitty proveio depois de uma tradução errada de manekineko, o gato nipónico das boas vindas.

Apesar da sua origem asiática, a personagem tem dados bem diferentes no BI. A saber, Hello Kitty é uma gata dos subúrbios de Londres, que vive num mundo ideal, rodeada da família e de muitos amigos. Desde 1999 que as séries de animação incluem o seu namorado Dear Daniel e até um gato e um hamster de estimação se lhe juntaram já em 2004.

Hello Kitty foi, porventura, inspirada em Musti, um pequeno gato branco criado pelo artista gráfico Ray Goossens em 1945, com uma história e visual muito semelhantes. Tal como Musti, a menina destaca-se pela ausência de boca, que aparece apenas em algumas das muitas séries de animação. Os criadores garantem que Hello Kitty tem boca, mas que apenas não é desenhada para levar os espectadores a interpretarem as emoções da personagem.

Desde 1983 que a gatinha é a embaixadora das crianças norte-americanas na UNICEF, sendo promovida por fãs bem mediáticos, entre os quais Mariah Carey, Ricky Martin, Christina Aguilera e Steven Tyler.

Garfield



Jim Davis criava em Junho de 1978, para o Herald Tribune, o irresistível Garfield, um grande gato cor-de-laranja tigrado, comilão, irascível, mentiroso, preguiçoso e autoritário que tiranizava o seu dono, John Arbuckle e Odie, um cão muito estúpido que vivia com eles. No entanto, não podiam passar uns sem os outros e compreendiam-se perfeitamente.
Para o nome de Garfield, Jim Davis inspirou-se no nome do seu avô, James Garfield Davis.

No início, Garfield tinha umas enormes bochechas e uns olhos pequenos. Em 1980 Jim Davis redesenhou Garfield, com olhos ovais e menos barriga.
Garfield estreou-se na televisão, num programa chamado “Aí Vem Garfield" em 1982. Entre 1988 e 1995 a popularidade cimentou-se com a série animada “Garfield e Seus Amigos”.
No cinema, Garfield estreou-se em 2004 com “Garfield, O Filme” (Garfield - The Movie), com Bill Murray na voz do gato. Em 2006, “Garfield 2” (Garfield - A Tale Of Two Kitties), também com Bill Murray na voz do gato.

Para saber mais sobre este popular felino, visite o site oficial em:
http://www.garfield.com/

terça-feira, 26 de junho de 2007

Catwoman









Catwoman,
alter ego de Selina Kyle, é uma personagem de Banda Desenhada, criada em 1940 por Bill Finger e Bob Kane. Apareceu pela primeira vez no número 1 de Batman.
Selina Kyle, criminosa profissional fugida de um orfanato, tem a sua base de operações em Gotham City.
Apesar de inimiga de Batman, acabou tendo um romance com ele, e, em ocasiões especiais ajudou-o a defender Gotham City.
Em séries televisivas, foi interpretada por várias actrizes como Julie Newmar, Lee Meriwether e Eartha Kitt, no filme Batman Returns por Michelle Pfeiffer. Nas série animada Batman: The Animated Series a voz de Catwoman era de Adrienne Barbeau, e em The Batman de Gina Gershon.
No filme Catwoman a nova mulher-gato (Patience Phillips) foi interpretada por Halle Berry.
Mais de sessenta anos depois de ter sido criada, Catwoman continua a ser uma das mais populares vilãs de Banda Desenhada.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Krazy Cat
















No início do século passado, em 1910, o New York Journal publicava a tira “The Dingbat Family” (mais tarde “The Family Upstairs”), de George Herriman, onde duas personagens secundárias acabavam por ocupar o primeiro plano. Tratava-se de uma gata (Krazy Kat) que falava como uma mulher dengosa e tinha um laço na cabeça, apaixonada por um rato (Ignatz), cuja principal diversão era dar-lhe tijoladas na cabeça, sob o olhar do cão-polícia Ofissa Pup, este, loucamente apaixonado por Krazy Cat (também conhecida por “Gata Chalupa”).







A dupla tornou-se um sucesso e, em 1943, as aventuras de Krazy Kat passaram a ser publicadas em tiras diárias. As peripécias apareceram em livros, desenhos animados e até num ballet adaptado por Jonh Alden Carpenter. As aventuras de Krazy Cat e Ignatz só terminaram com a morte de George Herriman, em 1944, mas ainda hoje estas personagens são consideradas de culto.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

O Gato de Cheshire

Oriundo da província inglesa de Cheshire, Lewis Carroll incluiu na sua Alice no País das Maravilhas um felino a quem deu precisamente o nome de Gato de Cheshire. Capaz de aparecer e desaparecer quando lhe apetece, o felino enceta diálogo com Alice, conseguindo tanto aborrecê-la com as suas tiradas filosóficas como diverti-la, sobretudo quando é condenado à morte e desaparece, colocando em causa a decapitação de uma criatura sem cabeça.

Mas a imagem de marca da curiosa personagem de Carroll é mesmo o sorriso de orelha a orelha, que mantém em alguns dos seus desaparecimentos totais.

A origem do Gato de Cheshire não é consensual. Teorias defendem que o escritor se inspirou numa gravação presente numa igreja de Croft-on-Trees, no Nordeste de Inglaterra, onde o pai havia sido vigário. Outras dizem que se trata da reprodução de uma gárgula encontrada na Igreja de St. Nicolas em Cranleigh, localidade que Carroll visitava frequentemente quando vivia em Guilford. E há ainda quem atribua a origem da personagem a outra gravação numa igreja de Cheshire, terra-natal do autor.

E a lenda do Gato não se fica por aqui. Diz-se também que a frase sorrindo como um gato do Cheshire popularizada em Alice tem origem no facto de a província ser conhecida pelo seu queijo em formato de gato sorridente, que era cortado a partir da cauda, sendo a última parte comida a da cabeça. Uma explicação mais simples, e também ela relacionado com o Cheshire, aponta para o facto de os produtos lácteos da região fazerem os gatos felizes e logo eles expressarem essa felicidade com um enorme sorriso.

O felino ficou famoso ao ponto de ter tido, até final dos anos 70, um monumento junto ao porto de Chester. Consta que os gatos ali se sentavam, nas docas, à espera que os ratos abandonassem os navios que transportavam os produtos lácteos para Londres, o que levanta mais uma hipótese para o nascimento do popular felino.

sábado, 16 de junho de 2007

Fritz, the Cat






Fritz, the Cat
foi a primeira personagem criada pelo famoso autor de banda desenhada Robert Crumb nos anos 60, quando este era ainda criança, para uma banda desenhada que criou com o seu irmão Charles. Fritz era na altura um simples gato chamado Fred, mas, mais tarde, Crumb foi-lhe dando algumas características humanas até que ficou o Fritz da banda desenhada para adultos que hoje conhecemos.
A primeira história apareceu no número 22 da revista Help em 1965. O primeiro álbum completo foi editado em 1969.
Fritz atingiria ainda mais popularidade com a saída do primeiro filme, apenas intitulado “Fritz, the Cat”, realizado por Ralph Baskhi e produzido por Steve Krantz, em 1972, sendo este o primeiro filme de animação com a classificação X para adultos.
Mais tarde sairia outro filme: “The Nine Lives of Fritz the Cat”, em 1974, também produzido por Krantz, mas realizado por Robert Taylor, embora este segundo filme não tenha atingido nem a qualidade, nem o sucesso do primeiro.
Fritz, The Cat foi uma das mais ácidas e divertidas críticas dos míticos anos 60 e transformou o desenhador Robert Crumb num dos mais respeitados, aclamados e polémicos artistas americanos. Devido a Fritz, Crumb passou a ser um herói da juventude rebelde dos anos 60, comparado a Bob Dylan. Depois do sucesso Crumb fez o que tantos artistas pop prometem mas nunca cumprem: virou as costas ao sucesso e matou a sua popular personagem.
Robert Crumb, criador também de clássicos como Mr. Natural e Keep On Truckin, é ainda hoje considerado génio e revolucionário. E Fritz, the Cat, uma banda desenhada de culto.

Para saber mais sobre Fritz, the Cat:
http://www.bouska.com/fritzthecat
http://www.toonopedia.com/fritz.htm
http://www.rcrumb.com
http://lambiek.net/artists/c/crumb.htm

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Felix, the Cat



Felix, the Cat (em português, Félix, o Gato) surgiu no início do séc. XX e é considerado a primeira figura de culto da animação. A sua popularidade era tal, que chegava a deixar em segundo plano as estrelas de cinema. Criado pelo cartonista norte-americano Otto Mesmmer, este felino a preto e branco só viria a ter concorrência com o nascimento de, imagine-se, um rato chamado Mickey. Para ficarem a conhecer a longa e muito bem sucedida vida de Félix, visitem o respectivo site oficial (em inglês).